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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

SERIA A NOVA ESCOLA?

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Será este o exemplo de nova escola?

A implantação dessa metodologia é possível? 

Baseando-se no exemplo da Portugal, estamos vendo que em algum lugar do Brasil deu certo?

Será que podemos tentar nas demais?

Vamos discutir.



Fonte: Quando sinto que já sei (http://www.quandosintoquejasei.com.br/).

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

DIA DO PROFESSOR

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Parabéns professor!

Que mesmo com a crise em nosso sistema educacional, mesmo com a crise em nosso país, se doa para em busca de um futuro melhor. 

Professores que acabam recebendo a responsabilidade na educação de muitas crianças além da responsabilidade que lhe é de fato dever, o ensino! Sim, muitos pais designam ao professor a tarefa da educação de seu filho e responsabiliza o professor pelas falhas apresentadas nas atitudes das crianças...

Parabéns professor, que luta para manter a qualidade de ensino mesmo quando todas as políticas governamentais, de forma velada, priorizam exatamente o contrário...

Parabéns professor, por ser o responsável pela formação de TODAS as outras profissões! 

Parabéns professor, por ser responsável pelo mundo ainda estar crescendo.

Parabéns professor, que mesmo desvalorizado, não vai contra sua vocação em participar da formação do cidadão.

Todos os dias, parabéns Professor!











segunda-feira, 6 de outubro de 2014

A EDUCAÇÃO CHEGOU AO FIM, DIZ MAFFESOLI

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Sociólogo francês Michel Maffesoli explica por que o atual modelo educacional não condiz com a pós-modernidade

Marina Fontanelli
O sociólogo acredita que a direção a ser seguida é o retorno à iniciação, comum em algumas culturas antigas
“A escola acabou. É preciso encontrar outro lugar.” Esse é o pensamento do sociólogo francês Michel Maffesoli. Em entrevista exclusiva ao portal NAMU, o professor de sociologia da Universidade de Sorbonne explica os motivos que o levam a acreditar na afirmativa. Para ele, o atual modelo educacional está em processo de saturação. “Quando uma máquina funcionou bem por muito tempo, ela se cansa e fica desgastada. A máquina da educação não funciona mais.”
Segundo o sociólogo, a saturação não é um fenômeno exclusivo à educação. “Quando olhamos dois mil anos, que é mais ou menos o nosso tempo histórico, nós vemos bem que a cada três séculos e meio há uma saturação. Há uma transformação do que foi importante para aquilo que está nascendo”, analisa.
"A escola acabou. É preciso encontrar outro lugar."
Não faz sentido
Maffesoli acredita que a instituição escolar perdeu o sentido. “É preciso dar novamente o sentido primeiro que tinha a escola. Etimologicamente, do grego, escola significa lazer estudioso, o contrário do ócio”. Com o passar do tempo, as escolas se tornaram convencionais. Elas perderam seu significado original.
O professor deu o exemplo da própria universidade em que leciona. A origem da Sorbonne, em Paris, no final do século 12, está relacionada ao rompimento do controle do ensino que era exclusivo à escola da catedral de Notre-Dame. Com a chegada de mais estudantes, escolas particulares começaram a surgir na cidade para dar conta da demanda. Essas instituições foram se agrupando e se tornaram uma única grande universidade. No entanto, ao longo dos séculos, a Sorbonne perdeu seu aspecto ‘inovador’ e se tornou uma escola convencional.
Qual é o caminho?
Maffesoli é adepto da sociologia do cotidiano, o que significa dizer que ele procura compreender o que está acontecendo com a sociedade agora e não formula certezas sobre o quer irá acontecer no futuro, mas indica caminhos.
Se a educação está fadada ao fracasso, o que estaria por vir? O sociólogo acredita que a direção a ser seguida é o retorno ao processo de iniciação, comum em algumas culturas antigas. “O professor vai se transformar em um iniciador, um guru no sentido daquele que acompanha, concede gravidade e permite estabilidade”, explica.
O principal ponto defendido por Maffesoli é que a educação é um modelo baseado na ideia da verticalidade, do poder – típica da modernidade –; enquanto, a iniciação estaria fundada na horizontalidade – intrínseca à pós-modernidade. “A educação conduz; mas a iniciação acompanha”, resume.
Estaríamos na transição da educação para iniciação, um processo educacional mais coerente com a pós-modernidade
“Essa mudança já está quase realizada. Eu não estou falando logicamente do Brasil e sim do que eu conheço na Europa”, pontua. Maffesoli divide a sociedade em oficial e oficiosa, na segunda esfera a mudança já estaria ainda mais avançada. Para ele, sociedade oficial é aquela das instituições, da economia e da política. Já as sociedades oficiosas são as pequenas ‘tribos’ que constituem a verdadeira vida.
"As redes sociais estão constituindo a inteligência coletiva para melhor e para pior (...) a nova inteligência intelectual é orgânica."
“Há uma grande diferença entre o que eu chamo de sociedade oficial, aquela das instituições que permanecem no caminho educativo, e a sociedade oficiosa, das jovens gerações em geral, que funciona pelo mecanismo da iniciação”, explica. 
Para Maffesoli, a cultura dos jovens é mais horizontal. Nela o conhecimento se dissemina de maneira diferente e menos vertical, com uma nova lógica. “É preciso saber acompanhar a época e não se contentar em ser aquele que sabe tudo. A cultura dos adolescentes é muito rica. Não é a minha. Eles não sabem francês ou latim, mas há uma inteligência coletiva. As redes sociais estão constituindo a inteligência coletiva para melhor e para pior (...) a nova inteligência intelectual é orgânica”, diz.
Essa transição está relacionada, na visão do professor, com outra maior que acontece na sociedade como um todo: a ‘irmanização’.  Estaríamos sendo conduzidos mais pela ‘lei dos irmãos’ do que pela ‘lei do pai’.  
Foto: Marina Fontanelli

A entrevista foi concedida na Associação Palas Athena durante sua visita ao Brasil em set/2014

FONTE: http://www.namu.com.br/materias/educacao-chegou-ao-fim-diz-maffesoli

domingo, 5 de outubro de 2014

UNESCO lança concurso Selfie com seu Professor

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A homenagem aos professores acontece entre os dias 24/9 e 13/10/2014, pelo Facebook. Os autores das fotos e frases mais criativas serão premiados com tablets.


A fim de celebrar o Dia Mundial do Professor, 5 de outubro, e o Dia Nacional do Professor, 15 de outubro, a UNESCO no Brasil lança o concurso Selfie com seu Professor. Estudantes de todas as idades já podem participar da iniciativa, que acontece no âmbito do tema escolhido internacionalmente para marcar a data em 2014: Desenvolvimento Profissional dos Professores e suas Condições de Trabalho. O concurso, aberto até o dia 13/10/2014, visa a homenagear os docentes nas redes sociais e promover uma reflexão sobre como os educadores podem ser mais valorizados pela sociedade.

Para participar, os interessados devem publicar uma foto selfie com seu professor no Facebook, seja em sua página pessoal (timeline) ou na de um amigo, e escrever uma frase sobre “O que você faria para valorizar o trabalho do seu professor?”. Para garantir que a UNESCO no Brasil veja a publicação, o participante deve marcar a página UNESCO na Rede (tag) e inserir #selfieprofessor.

Os três conjuntos de selfies e frases mais criativos, originais e adequados ao tema serão escolhidos pela comissão julgadora da UNESCO no Brasil e premiados comtablets. O resultado será publicado na página da UNESCO na Rede no Facebook e no website da UNESCO no Brasil no dia 15/10/2014.



Leia atentamente o regulamento do concurso antes de participar.


Para download das peças de divulgação, acesse o linkhttp://www1.brasilia.unesco.org/download/Material_Divulgacao_Dia_Professor_2014.zip
"Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade." (Paulo Freire)