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sábado, 11 de julho de 2015

Sejam bem vindos.

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Esta semana o Quintal esteve recebendo inúmeras visitas do pessoal de Moçambique.
Agradeço por todas as visitas.
Sejam sempre bem vindos.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

RECEITA DE ALFABETIZAÇÃO

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Como achei interessante este texto, resolvi compartilhá-lo. 

Deem uma conferida.










RECEITA DE ALFABETIZAÇÃO

Ingredientes:
1 criança de 6 anos
1 uniforme escolar
1 sala de aula decorada
1 cartilha

Preparo:
Pegue a criança de 6 anos, limpe bem, lave e enxague com cuidado. 
Enfie a criança dentro do uniforme e coloque-a sentadinha na sala de aula (decorada com motivos infantis). 
Nas oito primeiras semanas, sirva como alimentação exercícios de prontidão. 
Na nona semana ponha a cartilha nas mãos da criança.
Atenção: tome cuidado para que ela não se contamine com o contato de livros, jornais, revistas e outros materiais impressos.
Abra bem a boca da criança e faça com que engula as vogais. Depois de digeridas as vogais, mande-a mastigar uma a uma as palavras da cartilha. Cada palavra deve ser mastigada no mínimo sessenta vezes. Se houver dificuldade para engolir, separe as palavras em pedacinhos.
Mantenha a criança em banho-maria durante quatro meses, fazendo exercícios de cópia. Em seguida, faça com que a criança engula algumas frases inteiras. Mexa com cuidado para não embolar. Ao fim do oitavo mês, espete a criança com um palito, ou melhor, aplique uma prova de leitura e verifique se ela devolve pelo menos 70% das palavras e frases engolidas.
Se isso acontecer: Considere a criança alfabetizada. Enrole-a num bonito papel de presente e despache-a para a série seguinte.
Se isso não acontecer: Se a criança não devolver o que lhe foi dado para engolir, recomece a receita desde o início, isto é, volte aos exercícios de prontidão. Repita a receita quantas vezes for necessário. Se não der resultado, ao fim de três anos enrole a criança em um papel pardo coloque um rótulo: “aluno renitente”


ALFABETIZAÇÃO SEM RECEITA

Pegue uma criança de seis anos ou mais, no estado em que estiver, suja ou limpa, e coloque-a numa sala de aula onde existam muitas coisas escritas para olhar, manusear e examinar.
Sirva jornais velhos, revistas, embalagens, anúncios publicitários, latas de óleo vazias, caixas de sabão, sacolas de supermercado, enfim tudo o que estiver entulhando os armários de sua casa ou escola e que tenha coisas escritas.
Convide a criança para brincar e ler, adivinhando o que está escrito. Você vai descobrir que ela sabe muita coisa!
Converse com a criança, troque idéias sobre quem são vocês e as coisas de que gostam ou não. Depois escreva no quadro algumas coisas que foram ditas e leia para ela. 
Peça à criança que olhe as coisas escritas que existem por aí, nas ruas, nas lojas, na televisão. Escreva algumas dessas coisas no quadro.
Deixe a criança cortar letras, palavras e frases dos jornais velhos. Não esqueça de pedir para que ela limpe a sala depois, explicando que assim a escola fica limpa.
Todos os dias leia em voz alta alguma coisa interessante: historinhas, poesia, notícia de jornal, anedota, letra de música, adivinhação, convite, mostre numa nota fiscal algo que você comprou, procure um nome na lista telefônica. 
Mostre também algumas coisas escritas que talvez a criança não conheça: dicionário, telegrama, carta, livro de receitas.
Desafie a criança a pensar sobre a escrita e pense você também. Quando a criança estiver tentando escrever, deixe-a perguntar ou ajudar o colega. Aceite a escrita da criança. Não se apavore se a criança estiver “comendo” letras. Até hoje, não houve caso de “indigestão alfabética”.
Invente sua própria cartilha, selecione palavras e textos interessantes e que tenham que ver com a realidade da criança.
Use a capacidade de observação, sua experiência e sua imaginação para ensinar a ler.
Leia e estude sempre e muito.

domingo, 5 de julho de 2015

O seu pouco pode ser muito.

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Complementando o que sempre digo, repasso essa pequena mas verdadeira mensagem! 
Não desista! As crianças precisam de nós!


" Cada passo, por menor e mais lento que seja, já tira você do lugar. 
Já faz com que tenhas uma nova perspectiva da vida.
Não pense que um pequeno esforço não vale de nada. 
É a união de pequenos acontecimentos que faz grandes histórias. "

 Aryane Silva.

sábado, 4 de julho de 2015

Livro discute o conceito de Educação e Sustentabilidade

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Achei interessante e resolvi compartilhar!!!


Livro discute o conceito de educação e sustentabilidade

Obra traz princípios e valores da sustentabilidade que devem ser inseridos na formação de professores e educadores
03/07/15 
POR MARINA LOPES

Formar cidadãos para século 21 exige novas formas de aprender e de ensinar. Diante desse desafio, o livro “Educação e Sustentabilidade: Princípios e Valores para a Formação de Educadores”, da Editora Peirópolis, traz uma reflexão sobre o papel da educação para a construção de uma sociedade sustentável. Escrito pela socióloga e doutora em psicologia da educação Maria Alice Setubal, presidente da Fundação Tide Setubal e do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisa em Educação, Cultura e Ação Comunitária), o livro se propõe a apresentar conceitos e práticas que devem ser inseridos na formação de educadores.

A publicação é resultado da sistematização de encontros que aconteceram no projeto Educar na Cidade, do Cenpec. Durante um ano, diferentes profissionais que atuam em escolas públicas, organizações locais e especialistas na área participaram de debates sobre princípios e valores para a educação do século 21. “A ideia era justamente pensar esses temas, discutidos por diferentes vozes que estão em lugares diferentes”, explica Maria Alice.


Crédito: JuanPabloRada / Fotolia.com

Trabalhando com diferentes dimensões do conceito de educação e sustentabilidade, o livro é divido em cinco capítulos. Entre eles: educação e sustentabilidade; equidade, justiça social e cultura de paz; diálogo e diversidade; formação de cidadãos do século 21; e, por fim, novas formas de aprender e ensinar. Em cada parte é possível encontrar exemplos de práticas educativas, explicação de conceitos, referências bibliográficas e dicas de livros, filmes e sites.

“Não adianta formar muito bem um aluno para o século 20 porque estamos no século 21”, defende Maria Alice. Para autora, é necessário repensar um modelo de escola que faça sentido na contemporaneidade. Dentro desse contexto, o conceito de sustentabilidade, nas suas mais variadas dimensões (ambiental, social, econômica, política e cultural), traz para a educação a possibilidade de aprender a olhar de forma mais integrada para diferentes aspectos, como o diálogo com a comunidade, equidade, diversidade cultural e cidadania.

O livro se propõe a pensar como os problemas da educação podem ser resolvidos dentro de uma nova concepção, onde a sustentabilidade tem a ver com a questão do meio ambiente, equidade, diversidade cultural e participação política. “Não é uma questão de primeiro vamos ensinar a ler, escrever e contar, e depois vamos trabalhar esses conceitos. Isso tem que estar de uma forma integrada”, afirma.

De acordo com Maria Alice, a educação deve trabalhar em um aluno a expressão, o pensamento crítico, a cultura de paz e a capacidade de dialogar com pessoas diferentes. No entanto, lidar com todas essas dimensões ainda é um desafio para os educadores. “Os professores têm muita resistência ao trabalhar esses temas porque eles não sabem como falar”, diz.

Fonte: Porvir.org.
"Continuo buscando, re-procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar e anunciar a novidade." (Paulo Freire)